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Projecto de Execução e Instalação de Equipamento nas ETA e ETARI Maçarico II (Cantanhede)

  • CÓDIGO DO PROCESSO

    478.15

  • DESIGNAÇÃO

    Projectos de Execução do Sistema de Tratamento de Efluentes e do Sistema de Tratamento de Águas da Maçarico II (Cantanhede)

  • DONO DE OBRA

    Maçarico S.A.

  • CLIENTE

    Maçarico S.A.

  • LOCAL

    Mira

  • ANO

    2015

  • DURAÇÃO DO CONTRATO

    1 mês

  • PRINCIPAL OBJECTIVO

    Desenvolvimento dos Projectos de Execução do Sistema de Tratamento de Águas e do Sistema de Tratamento de Efluentes Maçarico (Cantanhede) e instalação de equipamentos nas ETA e ETARI Maçarico (Cantanhede

  • DIMENSÃO

    A ETA terá uma capacidade de tratamento de 50 m3/h; A ETARI apresentará o seguinte volume produzido: - Efluentes com Sal:143.60m3/dia - Efluentes Concentrados:51.12 m3/dia - Efluentes diluidos:93.35 m3/dia

  • DESCRIÇÃO

    Esquema de tratamento preconizado para a ETA:

     (1) Correcção de pH, por adição de NaOH, injectado em câmara de contacto;

    (2) Pré-oxidação, por adição de ClO2, injectado em câmara de contacto;

    (3) Filtração, por recurso a uma bateria de filtros de areia em pressão, para retenção da matéria particulada;

    (5) Desinfecção, a desinfecção é efectuada em circuito de recirculação da água dos reservatórios de água tratada, com recurso a hipoclorito de sódio, de forma a garantir um residual;

    (6) Adução da água, em hidropressora, com bombas centrífugas verticais multicelulares.

    As águas residuais produzidas na ETA de Maçarico, no processo de lavagem dos filtros, serão encaminhadas graviticamente, para um de dois locais, a linha de água ou, caso não seja possível esta opção, para a linha de efluentes diluídos da ETAR de Maçarico.

    Esquema de tratamento preconizado para a ETARI:

    FASE LIQUIDA

    (1) elevação de efluentes concentrados, em bombas centrífugas submersíveis instaladas em poço seco;

    (2) tamisagem de efluentes concentrados, em tamisador estático;

    (3) equalização de caudais e cargas de efluentes concentrados, com o amortecimento de picos afluentes e elevação das águas residuais até ao tratamento físico-quimico;

    (4) tratamento físico-químico de efluentes concentrados, incluindo neutralização, coagulação, floculação e flotação;

    (5) ozonização de efluentes concentrados, de forma a aumentar a sua biodegradabilidade;

    (6) elevação de efluentes mistos, em bombas centrífugas submersíveis instaladas em poço seco;

    (7) equalização de caudais e cargas de efluentes mistos, com o amortecimento de picos afluentes e elevação das águas residuais até ao tratamento biológico;

    (8) tratamento biológico em reactor MBBR, com arejamento de bolha grossa.

    (9) decantação secundária, em decantador lamelar

    (10) Filtração em leito multimédia e carvão activado.

    FASE SÓLIDA

    (5) espessamento gravítico, onde ocorrerá o adensamento gravítico das lamas produzidas na depuração das águas residuais;

    (6) armazenamento de lamas, onde ocorrerá a mistura das lamas produzidas;

    (7) desidratação mecânica de lamas, recorrendo a uma centrífuga.